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terça-feira, 18 de outubro de 2011
domingo, 16 de outubro de 2011
Dias Dificeis
Ainda dói..
Quando bate o vento da saudade, meu coração ainda treme, grita, sangra pela sua ausência. Não sei lidar com as minhas dores, por isso as escondo tão mal.
Estou seco, não consigo prestar a atenção em nada nem em ninguém. Sinto os dias estão passando e eu (interior) estou parado, como uma estátua inerte as forças da natureza. Mas hoje ao lembrar de um velho texto que escrevi aqui "Ostra Feliz não faz pérola" lembrei de toda as confusões que eu buscava naquela época para me motivar a criar e hoje estou totalmente ao avesso de tudo isso..quero paz e amor para criar tranquilamente. Minha cabeça está muito conturbada, tenho feito varios rolês de tag sozinho por São Paulo. As vezes saio para pintar muros, outras para pixar e quase sempre estou sozinho, este é o meu modo de levar os "Dias Dificeis" de maneira suave, sutil.
Hoje quebrei um dos maiores paradigmas da minha vida com o filme de Frida Khalo, na moral..não seria capaz de transmitir toda a força que ela carregava naquele olhar "forte como aço e leve como a assa de uma borboleta". Recomendo.
AH,
No filme fala sobre o segredo de um relacionamento: "ter memoria curta", fiquei durante horas refletindo sobre isso, e me encaixo nesse requisito mas meu coração não pulsa mais no quesito "relacionamentos" estou "seco."
Sem mais
sábado, 15 de outubro de 2011
NON DVCOR DVCO
Se tem que ser assim
Então assim será...
Eu, quem mais?!
Tenho que dar meus pulos igual Daiane pra mandar bem no solo
Nessa idade a oportunidade ja não cai no colo
Sei que eu me enrolo com tanto projeto pendente
Ah se eu soubesse como é osso ser independete
Depender de gente que nem sente o mesmo amor que eu
Ter que pedir por favor, pelo amor de Deus
Ou de quem diz que ta lá e vem pra me ajudar
mais bem na hora H nem adianta procurar
Sabe cobrar mais não sabe como tem que andar
sabe acelerar, mais não consegue me acompanhar
E quem corre, quando corre ninguém socorre
But i gotta go yoo, gotta flow so sorry
Fui pra ver se flui se der espero lá na frente
tem muito pensamento inundando a minha mente
E o ditado quem quer Faz, quem não quer manda
e eu tenho que tropeçar pra aprender como se anda
Soah .. Preciso aprender a ser Só
a me manter Só
Me fortalecer Só
Porque eu quero viver e não sobreviver Só
Mas não guardo rancor aqui eu guardo amor Só
Agora sou só, eu minha culpa, meu mérito
quem vai receber toda critica ou crédito
Cérebro não tava preparado pra isso não
agora já não sabe o que e como diz pra mão
Escreva, expresse o que o coração sente
inspiração na frustração infelizmente
Mais eu sigo em frente não quero que tenham dó de mim
Talvez seja melhor que eu me mantenha só assim, por um tempo
pra poder refletir, repensar, se é melhor desistir
será que vai compensar, é recorrente
Deprê do rap de costume, me fecho no meu mundo
e aumento o volume do som
Assim eu me recordo dos motivos que eu tenho pra fica
e me manter sendo positivo
Nem sempre tudo sai do jeito que agente almeja
mais eu continuo até o fim mesmo que seja
Soah .. Preciso aprender a ser Só
a me manter Só
Me fortalecer Só
Porque eu quero viver e não sobreviver Só
Mas não guardo rancor aqui eu guardo amor Só
Auto suficiência, ânimo, paciência
Só experiência não garante eficiência
Inspiração, visite-me
Frustração, evite-me
Paz me acompanhe
Cobrança não irrite-me
Concentração [foco]
Mente, Corpo são [foco]
Mais convicção e menos excitação
Mão na massa, nada vem de graça
Se eu não fizer por mim não há quem faça
O tempo passa
Eu não posso esperar
Pra me superar
Me preparar para o que vem
Me recuperar, saber me virar com o que tem
Não me comparar, nunca copiar de ninguém
Eu nao vou parar, eu quero mais e mereço
Achei que fosse o fim, é só um novo começo
Na mesma caminhada
Pelo mesmo caminho
Por onde eu prossigo só...
Só eu mesmo..
ESSA MUSICA RELATA PARTE DA CAMINHADA,
VALEU MARCOS VINICIUS !
Então assim será...
Eu, quem mais?!
Tenho que dar meus pulos igual Daiane pra mandar bem no solo
Nessa idade a oportunidade ja não cai no colo
Sei que eu me enrolo com tanto projeto pendente
Ah se eu soubesse como é osso ser independete
Depender de gente que nem sente o mesmo amor que eu
Ter que pedir por favor, pelo amor de Deus
Ou de quem diz que ta lá e vem pra me ajudar
mais bem na hora H nem adianta procurar
Sabe cobrar mais não sabe como tem que andar
sabe acelerar, mais não consegue me acompanhar
E quem corre, quando corre ninguém socorre
But i gotta go yoo, gotta flow so sorry
Fui pra ver se flui se der espero lá na frente
tem muito pensamento inundando a minha mente
E o ditado quem quer Faz, quem não quer manda
e eu tenho que tropeçar pra aprender como se anda
Soah .. Preciso aprender a ser Só
a me manter Só
Me fortalecer Só
Porque eu quero viver e não sobreviver Só
Mas não guardo rancor aqui eu guardo amor Só
Agora sou só, eu minha culpa, meu mérito
quem vai receber toda critica ou crédito
Cérebro não tava preparado pra isso não
agora já não sabe o que e como diz pra mão
Escreva, expresse o que o coração sente
inspiração na frustração infelizmente
Mais eu sigo em frente não quero que tenham dó de mim
Talvez seja melhor que eu me mantenha só assim, por um tempo
pra poder refletir, repensar, se é melhor desistir
será que vai compensar, é recorrente
Deprê do rap de costume, me fecho no meu mundo
e aumento o volume do som
Assim eu me recordo dos motivos que eu tenho pra fica
e me manter sendo positivo
Nem sempre tudo sai do jeito que agente almeja
mais eu continuo até o fim mesmo que seja
Soah .. Preciso aprender a ser Só
a me manter Só
Me fortalecer Só
Porque eu quero viver e não sobreviver Só
Mas não guardo rancor aqui eu guardo amor Só
Auto suficiência, ânimo, paciência
Só experiência não garante eficiência
Inspiração, visite-me
Frustração, evite-me
Paz me acompanhe
Cobrança não irrite-me
Concentração [foco]
Mente, Corpo são [foco]
Mais convicção e menos excitação
Mão na massa, nada vem de graça
Se eu não fizer por mim não há quem faça
O tempo passa
Eu não posso esperar
Pra me superar
Me preparar para o que vem
Me recuperar, saber me virar com o que tem
Não me comparar, nunca copiar de ninguém
Eu nao vou parar, eu quero mais e mereço
Achei que fosse o fim, é só um novo começo
Na mesma caminhada
Pelo mesmo caminho
Por onde eu prossigo só...
Só eu mesmo..
ESSA MUSICA RELATA PARTE DA CAMINHADA,
VALEU MARCOS VINICIUS !
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Palavras desconexas..
Hoje, quebrei as promessas que fiz a mim mesmo por não acreditar mais nelas. Não me julgue mal, só achei que as promessas perderam a credibilidade com o vento.
Não me importa muito o que as pessoas que querem o meu "fim" pensam, mas me importo M-U-I-T-O com a opinião de algumas pessoas, mas nesse momento apenas segui meu coração e toda a confusão que existe dentro dele..
Perdi a "Fé" em encontrar algo que me resgate desse abismo, se alguém encontrar PORFÁ me diz, me diz com o coração pois fico tão feliz quando leio algo que toca a minha alma, não frases feitas, pois delas eu tenho VÁÁÁRIAS, mas sim palavras sinceras.
Bebi, fumei..Sim !
Só não trai meu coração como muitos acham que eu faço.
Tenho muito a escrever, mas minha mente ainda não consegue "alinhar" as palavras nem os pensamentos, agredeço imensamente ao meu IRMÃO Adriano Daga por me ouvir SEMPRE e por me dar conselhos REAIS sobre a vida, neste texto não me interessam os erros de portuges mas sim o sentimento que exorciso aqui.
Sweet Liees, peço desculpas pelos leitores que não me conhecem por fora e só por dentro, mas esse sou eu..torto e sentimental.
PORFÁ !!!
Hoje, quebrei as promessas que fiz a mim mesmo por não acreditar mais nelas. Não me julgue mal, só achei que as promessas perderam a credibilidade com o vento.
Não me importa muito o que as pessoas que querem o meu "fim" pensam, mas me importo M-U-I-T-O com a opinião de algumas pessoas, mas nesse momento apenas segui meu coração e toda a confusão que existe dentro dele..
Perdi a "Fé" em encontrar algo que me resgate desse abismo, se alguém encontrar PORFÁ me diz, me diz com o coração pois fico tão feliz quando leio algo que toca a minha alma, não frases feitas, pois delas eu tenho VÁÁÁRIAS, mas sim palavras sinceras.
Bebi, fumei..Sim !
Só não trai meu coração como muitos acham que eu faço.
Tenho muito a escrever, mas minha mente ainda não consegue "alinhar" as palavras nem os pensamentos, agredeço imensamente ao meu IRMÃO Adriano Daga por me ouvir SEMPRE e por me dar conselhos REAIS sobre a vida, neste texto não me interessam os erros de portuges mas sim o sentimento que exorciso aqui.
Sweet Liees, peço desculpas pelos leitores que não me conhecem por fora e só por dentro, mas esse sou eu..torto e sentimental.
PORFÁ !!!
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
domingo, 2 de outubro de 2011
Moléstia das salinas.
enjoo |jô|
(derivado regressivo de enjoar)
s. m.
1. Mal-estar em que predomina a vontade de vomitar.
2. Náusea.
3. [Figurado] Tédio, repugnância; nojo.
4. [Marnotagem] Moléstia das salinas.
Plural: enjoos |ô|.
» Grafia no Brasil: enjôo.
enjoar - Conjugar
v. tr.
1. Causar enjoo a.
2. Sentir repugnância por.
v. intr.
3. Ter enjoo.
4. Cheirar mal, ter cheiro enjoativo.
v. pron.
5. Aborrecer-se.
(. . .)
7 Dias sem cigarro e sem caçar assunto com ninguém, com muuuuuito Fé que tudo isso se prolongue até o infinito. Caçar assunto apenas quando realmente sentir algo.
(derivado regressivo de enjoar)
s. m.
1. Mal-estar em que predomina a vontade de vomitar.
2. Náusea.
3. [Figurado] Tédio, repugnância; nojo.
4. [Marnotagem] Moléstia das salinas.
Plural: enjoos |ô|.
» Grafia no Brasil: enjôo.
enjoar - Conjugar
v. tr.
1. Causar enjoo a.
2. Sentir repugnância por.
v. intr.
3. Ter enjoo.
4. Cheirar mal, ter cheiro enjoativo.
v. pron.
5. Aborrecer-se.
(. . .)
7 Dias sem cigarro e sem caçar assunto com ninguém, com muuuuuito Fé que tudo isso se prolongue até o infinito. Caçar assunto apenas quando realmente sentir algo.
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domingo, 25 de setembro de 2011
Cinzeiros cheios e garrafas vazias
Há algum tempo venho me distanciando de tudo que me faz sorrir, pessoas, hábitos e palavras. Hoje, sinto - infelizmente - consegui, consegui o que todos temem e eu também temi isso durante muito tempo, mas "medo" é uma palavra que não tem mas o mesmo significado no meu dicionário, a combinação das letras m, e, d e o hoje não soam como algo que deve ser temido e sim como algo a ser enfrentado e colocado "sob analise", minha vida profissional passa por uma período delicado, onde a falsidade e a inveja quase destruíram tudo o que eu venho construindo ao longo destes 21 meses; Mas não é sobre isso que eu me emociono para colocar para fora em meu caderno, me emociono para ver se ainda possuo um coração, algo que pulsa de maneira positiva não só para demonstrar que ainda sou um ser Humano.
- pausa
Para ouvir o fone de ouvido que grita ao fundo, finalmente coloco em meus ouvidos, bem naquele trecho: "Não quero mais negar ou omitir meus sentimentos, só preciso de mais um suspiro, mais um suspiro..
Me ponha de Pé, não quero mais negar ou omitir meus sentimentos x2
Só preciso de mais um suspiro !!!
(...)
Não vai ser meu sangrar que vai alimentar esses corvos, esses corvos.. Do alto deste abismo, todos precisam saber "
Neste momento, sinto que - infelizmente - deixei de sentir o amor que pulsava em minhas veias, no lugar restaram apenas algumas "precauções", desculpas para não estar por perto, não me julgue mal, mas você não me conhece, você me conheceu no meio da tempestade e eu estava molhado demais para poder lhe abraçar, cansado demais para que você me levasse para um lugar seco. O tempo passou, as roupas secaram em meu próprio corpo, o sol não veio e hoje uma gripe desgraçada toma conta do meu corpo, com medo de lhe contaminar, me afastei.
Amigo, não se preocupem estou indo para o Sul, onde as coisas parecem ser mais amenas, onde as pessoas não me julgam por não saber ser igual, onde o meu modo de sentir não é confundido com o não-sentir, " aonde as flores não envenenam o ar".
Sejam bem-vindos a nova Temporada.
Com Amor,
mesmo não lembrando como é isso..
Rafael Souza
- pausa
Para ouvir o fone de ouvido que grita ao fundo, finalmente coloco em meus ouvidos, bem naquele trecho: "Não quero mais negar ou omitir meus sentimentos, só preciso de mais um suspiro, mais um suspiro..
Me ponha de Pé, não quero mais negar ou omitir meus sentimentos x2
Só preciso de mais um suspiro !!!
(...)
Não vai ser meu sangrar que vai alimentar esses corvos, esses corvos.. Do alto deste abismo, todos precisam saber "
Neste momento, sinto que - infelizmente - deixei de sentir o amor que pulsava em minhas veias, no lugar restaram apenas algumas "precauções", desculpas para não estar por perto, não me julgue mal, mas você não me conhece, você me conheceu no meio da tempestade e eu estava molhado demais para poder lhe abraçar, cansado demais para que você me levasse para um lugar seco. O tempo passou, as roupas secaram em meu próprio corpo, o sol não veio e hoje uma gripe desgraçada toma conta do meu corpo, com medo de lhe contaminar, me afastei.
Amigo, não se preocupem estou indo para o Sul, onde as coisas parecem ser mais amenas, onde as pessoas não me julgam por não saber ser igual, onde o meu modo de sentir não é confundido com o não-sentir, " aonde as flores não envenenam o ar".
Sejam bem-vindos a nova Temporada.
Com Amor,
mesmo não lembrando como é isso..
Rafael Souza
sábado, 10 de setembro de 2011
Sugestão - A Faxina
Dr. Luiz Cruz,
Boa Tarde.
Novamente venho expor ao Senhor uma sugestão de mensagem:
A Faxina
Estava precisando fazer uma faxina em mim...
Jogar alguns pensamentos indesejáveis fora
Lavar alguns tesouros que andavam meio que enferrujados...
Tirei do fundo das gavetas lembranças que não uso e não quero mais.
Joguei fora alguns sonhos, algumas ilusões...
Papéis de presente que nunca usei, sorrisos que nunca darei...
Joguei fora a raiva e o rancor das flores murchas que estavam dentro de um livro que não li...
Olhei para meus sorrisos futuros e minhas alegrias pretendidas
E as coloquei num cantinho, bem arrumadinhas.
Fiquei sem paciência!
Tirei tudo de dentro do armário e fui jogando no chão:
Paixões escondidas, desejos reprimidos, palavras horríveis que nunca queria ter dito, mágoas de um amigo, lembranças de um dia triste...
Mas, lá também havia outras coisas... e belas!
Um passarinho cantando na minha janela
Aquela lua cor de prata, o pôr-do-sol...
Fui me encantando e me distraindo, olhando para cada uma daquelas lembranças...
Sentei no chão, para poder fazer minhas escolhas.
Joguei direto no saco de lixo os restos de um amor que me magoou.
Peguei as palavras de raiva e de dor que estavam na prateleira de cima, pois quase não as uso, e também joguei fora no mesmo instante!
Outras coisas que ainda me magoam, coloquei num canto para depois ver o que farei com elas, se as esqueço lá mesmo ou se mando para o lixão.
Aí, fui naquele cantinho, naquela gaveta que a gente guarda tudo o que é mais importante:
O amor, a alegria, os sorrisos, um dedinho de fé para os momentos que mais precisamos...
Como foi bom relembrar tudo aquilo!
Recolhi com carinho o amor encontrado, dobrei direitinho os desejos, coloquei perfume na esperança, passei um paninho na prateleira das minhas metas, deixei-as a mostra, para não perdê-las de vista.
Coloquei nas prateleiras de baixo algumas lembranças da infância, na gaveta de cima as da minha juventude e, pendurado bem à minha frente, coloquei a minha capacidade de amar e de recomeçar.
Att,
Rafael Souza
BackOffice - FCO II
---
"Cansei dessa vangloria passageira"
Boa Tarde.
Novamente venho expor ao Senhor uma sugestão de mensagem:
A Faxina
Estava precisando fazer uma faxina em mim...
Jogar alguns pensamentos indesejáveis fora
Lavar alguns tesouros que andavam meio que enferrujados...
Tirei do fundo das gavetas lembranças que não uso e não quero mais.
Joguei fora alguns sonhos, algumas ilusões...
Papéis de presente que nunca usei, sorrisos que nunca darei...
Joguei fora a raiva e o rancor das flores murchas que estavam dentro de um livro que não li...
Olhei para meus sorrisos futuros e minhas alegrias pretendidas
E as coloquei num cantinho, bem arrumadinhas.
Fiquei sem paciência!
Tirei tudo de dentro do armário e fui jogando no chão:
Paixões escondidas, desejos reprimidos, palavras horríveis que nunca queria ter dito, mágoas de um amigo, lembranças de um dia triste...
Mas, lá também havia outras coisas... e belas!
Um passarinho cantando na minha janela
Aquela lua cor de prata, o pôr-do-sol...
Fui me encantando e me distraindo, olhando para cada uma daquelas lembranças...
Sentei no chão, para poder fazer minhas escolhas.
Joguei direto no saco de lixo os restos de um amor que me magoou.
Peguei as palavras de raiva e de dor que estavam na prateleira de cima, pois quase não as uso, e também joguei fora no mesmo instante!
Outras coisas que ainda me magoam, coloquei num canto para depois ver o que farei com elas, se as esqueço lá mesmo ou se mando para o lixão.
Aí, fui naquele cantinho, naquela gaveta que a gente guarda tudo o que é mais importante:
O amor, a alegria, os sorrisos, um dedinho de fé para os momentos que mais precisamos...
Como foi bom relembrar tudo aquilo!
Recolhi com carinho o amor encontrado, dobrei direitinho os desejos, coloquei perfume na esperança, passei um paninho na prateleira das minhas metas, deixei-as a mostra, para não perdê-las de vista.
Coloquei nas prateleiras de baixo algumas lembranças da infância, na gaveta de cima as da minha juventude e, pendurado bem à minha frente, coloquei a minha capacidade de amar e de recomeçar.
Att,
Rafael Souza
BackOffice - FCO II
---
"Cansei dessa vangloria passageira"
domingo, 28 de agosto de 2011
domingo, 21 de agosto de 2011
domingo, 14 de agosto de 2011
"não teria interesse em uma entrega amigável ?
Sobre todas as coisas que eu não quero falar
Vim lhe trazer, de volta tudo aquilo que você tentou me ofertar. Com carinho e paciência - eu sei - sou um tanto complicado e você com toda a boa-vontade-do-mundo tentou ser paciente, tentou acreditar que eu seria alguém legal. Me desculpe, baby.
Não julgue-me por não saber sentir, não me condene por preferir a solidão.Apenas abra espaço, e solicite os papeis para cadastrar no "B.I" todo aquele afeto, todas as palavras e todos aqueles sonhos tão repletos de esperança. Novamente, peço desculpas por não saber sentir.
Infelizmente, eu continuo sendo uma pessoa muito centrada no meio do furação, me entende (?). É como se trabalha-se o ano inteiro para perder tudo em Vegas em uma só noite, ver todo aquele esforço, suor e lágrimas sento dizimado em menos de 12 horas em uma cidade que não perdoa sonhos nem acredita em palavras, uma cidade que o único interesse é levar embora o que você lutou para construir.
Não me julgo uma pessoa triste, me julgo apenas uma pessoa a-normal. Com todo o perdão da expressão, mas a expressão ficara ao seu critério. Não me importo com os rotúlos impostos pelo dia-a-dia, apenas me oponho a fazer parte do time do Seja-o-que-todo-cara-quer-ser, me esforço, com todo o meu empenho para fazer parte do time O-tipo-errado-de-cara-errado.
Me responde uma coisa, é errado seguir o coração ?
Toda vez que abro a pagina "Postagem" sinto uma grande dificuldade de alinhas os pensamentos, tudo vai saindo tão "Corre-Corre pois as comportas estão fechando e não podemos ficar presos aqui dentro", tudo sai tão fora de ordem, por isso procuro não ler os textos antes de postar, deixo acontecer, também procuro não postar os textos que escrevo no meu Black Book, sobre os meus dias de chuva.
E sobre a Entrega Amigável, pode cadastrar no b.i, anexar no portal, só faço um adendo: Essa entrega deverá ser quitativa, te entrego tudo o que eu tenho mas em troca quito a minha divida, ok ?
(. . .)
Baseado em fato Ficticios,
que povoaram a minha mente ao longo dessas semanas.
Vim lhe trazer, de volta tudo aquilo que você tentou me ofertar. Com carinho e paciência - eu sei - sou um tanto complicado e você com toda a boa-vontade-do-mundo tentou ser paciente, tentou acreditar que eu seria alguém legal. Me desculpe, baby.
Não julgue-me por não saber sentir, não me condene por preferir a solidão.Apenas abra espaço, e solicite os papeis para cadastrar no "B.I" todo aquele afeto, todas as palavras e todos aqueles sonhos tão repletos de esperança. Novamente, peço desculpas por não saber sentir.
Infelizmente, eu continuo sendo uma pessoa muito centrada no meio do furação, me entende (?). É como se trabalha-se o ano inteiro para perder tudo em Vegas em uma só noite, ver todo aquele esforço, suor e lágrimas sento dizimado em menos de 12 horas em uma cidade que não perdoa sonhos nem acredita em palavras, uma cidade que o único interesse é levar embora o que você lutou para construir.
Não me julgo uma pessoa triste, me julgo apenas uma pessoa a-normal. Com todo o perdão da expressão, mas a expressão ficara ao seu critério. Não me importo com os rotúlos impostos pelo dia-a-dia, apenas me oponho a fazer parte do time do Seja-o-que-todo-cara-quer-ser, me esforço, com todo o meu empenho para fazer parte do time O-tipo-errado-de-cara-errado.
Me responde uma coisa, é errado seguir o coração ?
Toda vez que abro a pagina "Postagem" sinto uma grande dificuldade de alinhas os pensamentos, tudo vai saindo tão "Corre-Corre pois as comportas estão fechando e não podemos ficar presos aqui dentro", tudo sai tão fora de ordem, por isso procuro não ler os textos antes de postar, deixo acontecer, também procuro não postar os textos que escrevo no meu Black Book, sobre os meus dias de chuva.
E sobre a Entrega Amigável, pode cadastrar no b.i, anexar no portal, só faço um adendo: Essa entrega deverá ser quitativa, te entrego tudo o que eu tenho mas em troca quito a minha divida, ok ?
(. . .)
Baseado em fato Ficticios,
que povoaram a minha mente ao longo dessas semanas.
sábado, 13 de agosto de 2011
Gabaritos rasurados
"A vida é uma escola" e nela são aplicados testes diários, após perder muito tempo, bater a testa diversas vezes, percebi que os "professores" não são quem formulam as provas eles apenas as aplicam. Quem formula suas provas é você mesmo, através das suas atitudes, aquele velho jargão é perfeito para ilustrar: " Aqui se faz, aqui se paga ".
Espero apenas que essa temporada consciente-dos-próprios-atos se enraize e se enfatize no meu peito. A primeira "prova" já foi aplicada hoje, graças a Deus "me-sai-bem".
Ao som,
Amy Winehouse - Back to Black (Live and 13)
Espero apenas que essa temporada consciente-dos-próprios-atos se enraize e se enfatize no meu peito. A primeira "prova" já foi aplicada hoje, graças a Deus "me-sai-bem".
Ao som,
Amy Winehouse - Back to Black (Live and 13)
Anotações Insensatas
Mas não se pode agir assim, a amiga avisou no telefone. Uma pessoa não é um doce que você enjoa, empurra o prato, não quero mais. Tentaria, então, com toda a delicadeza possível, sem decidir propriamente decidiu no meio da tarde — uma tarde morna demais, preguiçosa demais para conter esse verbo veemente: decidir. Como ia dizendo, no meio da tarde lenta demais, escolheu que — se viesse alguma sofreguidão na garganta, e veio — diria qualquer coisa como olha, tenho medo do normal, baby.
Só que, como de hábito, na cabeça (como que separada do mundo, movida por interiores taquicardias, adrenalinas, metabolismos) se passava uma coisa, e naquele ponto em que isso cruzava com o de fora, esse lugar onde habitamos outros, começava a região do incompreensível: Lá, onde qualquer delicadeza premeditada poderia soar estúpida como um seco: não. E soou, em plena mesa posta.
Tanto pasmo, depois. Sozinho no apartamento, domingo à noite. Todas as coisas quietas e limpas, o perfume adocicado das madressilvas roubadas e o bolo de chocolate intocado no refrigerador — até a televisão falar da explosão nuclear subterrânea. Então a suspeita bruta: não suportamos aquilo ou aqueles que poderiam nos tornar mais felizes e menos sós. Afirmou, depois acendeu o cigarro, reformulou, repetiu, acrescentou esta interrogação: não suportamos mesmo aquilo ou aqueles que poderiam nos tornar mais felizes e menos sós? Não, não suportamos essa doçura.
Puro cérebro sem dor perdido nos labirintos daquilo que tinha acabado de acontecer. Dor branca, querendo primeiro compreender, antes de doer abolerada, a dor. Doeria mais tarde, quem sabe, de maneira insensata e ilusória como doem as perdas para sempre perdidas, e portanto irremediáveis, transformadas em memórias iguais pequenos paraísos-perdidos. Que talvez, pensava agora, nem tivessem sido tão paradisíacos assim.
Porque havia o sufocamento daquela espécie de patético simulacro de fantasia matrimonial provisória, a dificuldade de manter um clima feito linha esticada, segura para não arrebentar de súbito, precipitando o equilibrista no vazio mortal. Cheio de carinho, remexeu no doce, sem empurrar o prato. Preferia a fome: só isso. Pelo longo vício da própria fome — e seria um erro, porque saciar a fome poderia trazer, digamos, mais conforto? — ou de pura preguiça de ter que reformular-se inteiro para enfrentar o que chamam de amor, e de repente não tinha gosto?
De onde vem essa iluminação que chamam de amor, e logo depois se contorce, se enleia, se turva toda e ofusca e apaga e acende feito um fio de contato defeituoso, sem nunca voltar àquela primeira iluminação? Espera, vamos conversar, sugeriu sem muito empenho. Tarde demais, porta fechada. Sozinho enfim, podia remexer em discos e livros para decidir sem nenhuma preocupação de harmonia-com-o-gosto-alheio que sempre preferira um Morrison a Manuel Bandeira. Sid Vicious a Puccini. A mosca a Uma janela para o amor, sempre uma vodca a um copo de leite: metal drástico. Era desses caras de barba por fazer que sempre escolherão o risco, o perigo, a insensatez, a insegurança, o precário, a maldição, a noite — a Fome maiúscula. Não a mesa posta e farta, com pratos e panelas a serem lavados na pia cheia de graxa — mas um hambúrguer qualquer para você que escrevo. Mas os escritores são muito cruéis, você me ama pelo que me mata com coca-cola no boteco da esquina, e a vida acontecendo em volta, escrota e nua.
Não muito confuso, assim confrontado com sua explícita incapacidade de lidar com. A palavra não vinha. Podia fazer mil coisas a seguir. Mas dentro de qualquer ação, dentes arreganhados, restaria aquela sua profunda incapacidade de lidar com. Um instante antes de bater outra, colocar uma velha Billie Holiday e sentar na máquina para escrever, ainda pensou: gosto tanto de você, baby. Só que os escritores são seres muito cruéis, estão sempre matando a vida à procura de histórias. Você me ama pelo que me mata. E se apunhalo é porque é para você, para você que escrevo — e não entende nada.
O Estado de S. Paulo 22/04/1987
Caio F.
Só que, como de hábito, na cabeça (como que separada do mundo, movida por interiores taquicardias, adrenalinas, metabolismos) se passava uma coisa, e naquele ponto em que isso cruzava com o de fora, esse lugar onde habitamos outros, começava a região do incompreensível: Lá, onde qualquer delicadeza premeditada poderia soar estúpida como um seco: não. E soou, em plena mesa posta.
Tanto pasmo, depois. Sozinho no apartamento, domingo à noite. Todas as coisas quietas e limpas, o perfume adocicado das madressilvas roubadas e o bolo de chocolate intocado no refrigerador — até a televisão falar da explosão nuclear subterrânea. Então a suspeita bruta: não suportamos aquilo ou aqueles que poderiam nos tornar mais felizes e menos sós. Afirmou, depois acendeu o cigarro, reformulou, repetiu, acrescentou esta interrogação: não suportamos mesmo aquilo ou aqueles que poderiam nos tornar mais felizes e menos sós? Não, não suportamos essa doçura.
Puro cérebro sem dor perdido nos labirintos daquilo que tinha acabado de acontecer. Dor branca, querendo primeiro compreender, antes de doer abolerada, a dor. Doeria mais tarde, quem sabe, de maneira insensata e ilusória como doem as perdas para sempre perdidas, e portanto irremediáveis, transformadas em memórias iguais pequenos paraísos-perdidos. Que talvez, pensava agora, nem tivessem sido tão paradisíacos assim.
Porque havia o sufocamento daquela espécie de patético simulacro de fantasia matrimonial provisória, a dificuldade de manter um clima feito linha esticada, segura para não arrebentar de súbito, precipitando o equilibrista no vazio mortal. Cheio de carinho, remexeu no doce, sem empurrar o prato. Preferia a fome: só isso. Pelo longo vício da própria fome — e seria um erro, porque saciar a fome poderia trazer, digamos, mais conforto? — ou de pura preguiça de ter que reformular-se inteiro para enfrentar o que chamam de amor, e de repente não tinha gosto?
De onde vem essa iluminação que chamam de amor, e logo depois se contorce, se enleia, se turva toda e ofusca e apaga e acende feito um fio de contato defeituoso, sem nunca voltar àquela primeira iluminação? Espera, vamos conversar, sugeriu sem muito empenho. Tarde demais, porta fechada. Sozinho enfim, podia remexer em discos e livros para decidir sem nenhuma preocupação de harmonia-com-o-gosto-alheio que sempre preferira um Morrison a Manuel Bandeira. Sid Vicious a Puccini. A mosca a Uma janela para o amor, sempre uma vodca a um copo de leite: metal drástico. Era desses caras de barba por fazer que sempre escolherão o risco, o perigo, a insensatez, a insegurança, o precário, a maldição, a noite — a Fome maiúscula. Não a mesa posta e farta, com pratos e panelas a serem lavados na pia cheia de graxa — mas um hambúrguer qualquer para você que escrevo. Mas os escritores são muito cruéis, você me ama pelo que me mata com coca-cola no boteco da esquina, e a vida acontecendo em volta, escrota e nua.
Não muito confuso, assim confrontado com sua explícita incapacidade de lidar com. A palavra não vinha. Podia fazer mil coisas a seguir. Mas dentro de qualquer ação, dentes arreganhados, restaria aquela sua profunda incapacidade de lidar com. Um instante antes de bater outra, colocar uma velha Billie Holiday e sentar na máquina para escrever, ainda pensou: gosto tanto de você, baby. Só que os escritores são seres muito cruéis, estão sempre matando a vida à procura de histórias. Você me ama pelo que me mata. E se apunhalo é porque é para você, para você que escrevo — e não entende nada.
O Estado de S. Paulo 22/04/1987
Caio F.
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domingo, 7 de agosto de 2011
sobre Marionetes e Relógios
Eu juro que antes de começar a "exorcizar" este texto eu procurei um cigarro, qualquer um mesmo, apenas para embalar as palavras e o seu cheiro de "morte" contrastar com o cheiro de "vida" que me peito exala a arrancar de dentro estas palavras tão "minhas".
Antes de iniciar este texto, procuro também uma musica agradável aos meus ouvidos, mas sei que sinceramente estou procurando algo para me distrair de colocar tudo para fora. O unico medo que possuo é de excluir o unico elo que sobrou entre Eu & Eu, ultimamente ando pouco concentrado na minha vida, na minha cabeça passam apenas palavras aleatórias, sinto que as minhas vontades foram retiradas de mim, e hoje as minhas atitudes são apenas vontades de um "outro Eu" que habita em meu ser, neste momento sinto dificuldade em escrever este texto, presto muito a atenção nos erros de português - coisa que não é normal quando escrevo neste blog - presto a atenção bno barulho dos carros na Rua, aliás presto a atenção em tudo que tenta me desatentar nesta escrita, neste momento sinto o teclado pesado, como se estivesse digitando em uma velha maquina de escrever, que mesmo velha ainda é capaz de produzir e protagonizar grandes hiustórias, como está que acaba de morrer em minhas mãos - agora - como um médico que perde um neném no momento do parto, ou como um passaro que perde a vida no momento do seu primeiro voo.
Não sei se vocês perceberam - ou se alguém prestou a atenção - ando sozinho, procuro me afastar de tudo e de todos tentando encontrar algo no qual eu possa acreditar e c...
- Raiva
- Raiva
- Raiva e palavras desconexas tomaram conta desta locução.
Era uma vez um texto, in-feliz aquele que acreditou que nesta temporada poderia sair alguma "pérola".
Antes de iniciar este texto, procuro também uma musica agradável aos meus ouvidos, mas sei que sinceramente estou procurando algo para me distrair de colocar tudo para fora. O unico medo que possuo é de excluir o unico elo que sobrou entre Eu & Eu, ultimamente ando pouco concentrado na minha vida, na minha cabeça passam apenas palavras aleatórias, sinto que as minhas vontades foram retiradas de mim, e hoje as minhas atitudes são apenas vontades de um "outro Eu" que habita em meu ser, neste momento sinto dificuldade em escrever este texto, presto muito a atenção nos erros de português - coisa que não é normal quando escrevo neste blog - presto a atenção bno barulho dos carros na Rua, aliás presto a atenção em tudo que tenta me desatentar nesta escrita, neste momento sinto o teclado pesado, como se estivesse digitando em uma velha maquina de escrever, que mesmo velha ainda é capaz de produzir e protagonizar grandes hiustórias, como está que acaba de morrer em minhas mãos - agora - como um médico que perde um neném no momento do parto, ou como um passaro que perde a vida no momento do seu primeiro voo.
Não sei se vocês perceberam - ou se alguém prestou a atenção - ando sozinho, procuro me afastar de tudo e de todos tentando encontrar algo no qual eu possa acreditar e c...
- Raiva
- Raiva
- Raiva e palavras desconexas tomaram conta desta locução.
Era uma vez um texto, in-feliz aquele que acreditou que nesta temporada poderia sair alguma "pérola".
sábado, 30 de julho de 2011
..cá entre nós
Tenho há três anos um computador surrado, dotado de um esturricado HD de 80gb. Ao longo desse tempo, fui baixando discos, criando músicas, fazendo inúmeras coisas até que o espaço acabou, me obrigando a fazer um backup. Por "backup" entenda-se salvar em outro lugar os arquivos que a gente não precisa mais, mas não tem coragem de deletar pra sempre. E foi aí que percebi: eu nunca fui um cara daqueles que fica pensando durante horas o que escrever. É muito mais a minha cara sentar a mão nas teclas de forma afobada e desordenada, no melhor estilo Chico Xavier. Quem acompanha meu empoeirado fotolog sabe muito bem disso. Eu gosto de escrever sem pensar, para refletir depois, quando já estiver publicado. Já cansei de vasculhar os arquivos antigos e, por meio dos meus textos, revisar cada segundoo de um passado que eu poderia ter esquecido. Minha mente se preocupa com cada vez mais coisas, e eu preciso de um backup. Por isso vejo na escrita a solução. Ela é meu backup. É como se eu tirasse da cabeça um momento, uma história, assim abrindo espaço para muitos outros momentos, mais intensos e melhores do que os antigos. E, se minhas sinapses falharem algum dia, lá estarão meus relatos para refrescar minha memória.
Portando, se algum dia você perceber que sua cabeça está cheia de histórias, dilemas, problemas a serem resolvidos, talvez seja a hora de você fazer o seu backup, ou melhor, escrever um pouco, para descarregar um pouco disso tudo. E se for uma história triste, sempre teremos a opção de mandar tudo pra lixeira."
Lucas Silveira
Portando, se algum dia você perceber que sua cabeça está cheia de histórias, dilemas, problemas a serem resolvidos, talvez seja a hora de você fazer o seu backup, ou melhor, escrever um pouco, para descarregar um pouco disso tudo. E se for uma história triste, sempre teremos a opção de mandar tudo pra lixeira."
Lucas Silveira
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Back To Black
Não sei porque, consegui sentir o seu "feeling" nessa musica. Para mim fez sentido.
Obrigado,
Amy ♥
domingo, 24 de julho de 2011
Sombras sinceras e corações confusos
Há tempos me calo, não que eu não tenha nada que mereça ser dito, ao contrário, muito do que não digo é com medo de que ao sair de minhas mãos poluindo a folha em branco estes sentimentos se tornem tão pequenos, mesmo que eu saiba que a essência deles é tão pequena percebo que a ausência deles fez com que "os grãos virassem pipocas" magicamente, esses "grãos" tornando se pipocas confundiram tudo o que eu acha real, certo, prazeroso, feliz ou até mesmo tristeza. Hoje sinto-me como se usa-se um par de óculos com as lentes embasadas, sinto que a "razão" tomou o lugar de toda emoção que sempre habitou dentro de mim, ao iniciar este texto estava pensando qual o titulo teria melhor efeito sob você, leitora ou leitor, você que está compartilhando junto a mim toda essa confusão e essa frustada tentativa de "exorcizar" esse sentimento sujo que está dentro do meu coração, essa vontade imensa de acender um cigarro sonhando que ao final dele você suma junto com toda a fumaça que me prejudica e também me alivia, quero muito parar de fumar, mas ainda não encontrei um motivo forte o suficiente para deixar de lado o meu Lucky Strike. Dizem a mim:
Sente-se solitário ?
Sim, me sinto MUITO solitario, preciso de alguém do meu lado, alguém que eu queira que esteja do meu lado, não alguém que esteja ao meu lado pelo simples fato de querer estar, minha sombra é egoista..e bota egoista nisso, ela só permite-se dividir com alguém cuja ela mesmo sinta algo, não apenas o coração, pois como a sombra mesmo me diz: Ele não pode opinar em nada, aliás ele não divide nada com ela, a não ser as batidas aceleradas ao vela chegar, já eu não, eu tenho que ceder humildemente meu espaço para que ela junte-se a mim, agora imagine a desgraça viver uma vida dividindo espaço com algo que não lhe emociona?. Concordo com a Sombra, não me adianta nada estar ao lado de alguém apenas pelo fato de estar, mais se o coração não aceitar a sombra também não toma nenhuma decisão sozinha. Dificil é a vida de quem tem um "interior" tão pulsante, que pensa demais e evita as coisas obvias da vida, que evita a felicidade repentina e constante, prefere sofrer por um periodo para ser o mais feliz possivel nem que seja por uma noite, pois acustumou-se com o gosto de terra do chão, que todas essas brigas do coração com a sombra proporcionam.
Escrevi um texto confuso, não sinto vontade de clicar no "publicar postagem" aliás, pensando bem, a minha vida é assim...
Com Amor,
Rafael Souza.
Sente-se solitário ?
Sim, me sinto MUITO solitario, preciso de alguém do meu lado, alguém que eu queira que esteja do meu lado, não alguém que esteja ao meu lado pelo simples fato de querer estar, minha sombra é egoista..e bota egoista nisso, ela só permite-se dividir com alguém cuja ela mesmo sinta algo, não apenas o coração, pois como a sombra mesmo me diz: Ele não pode opinar em nada, aliás ele não divide nada com ela, a não ser as batidas aceleradas ao vela chegar, já eu não, eu tenho que ceder humildemente meu espaço para que ela junte-se a mim, agora imagine a desgraça viver uma vida dividindo espaço com algo que não lhe emociona?. Concordo com a Sombra, não me adianta nada estar ao lado de alguém apenas pelo fato de estar, mais se o coração não aceitar a sombra também não toma nenhuma decisão sozinha. Dificil é a vida de quem tem um "interior" tão pulsante, que pensa demais e evita as coisas obvias da vida, que evita a felicidade repentina e constante, prefere sofrer por um periodo para ser o mais feliz possivel nem que seja por uma noite, pois acustumou-se com o gosto de terra do chão, que todas essas brigas do coração com a sombra proporcionam.
Escrevi um texto confuso, não sinto vontade de clicar no "publicar postagem" aliás, pensando bem, a minha vida é assim...
Com Amor,
Rafael Souza.
Saudade
Saudade é solidão acompanhada,
é quando o amor ainda não foi embora,
mas o amado já...
Saudade é amar um passado que ainda não passou,
é recusar um presente que nos machuca,
é não ver o futuro que nos convida...
Saudade é sentir que existe o que não existe mais...
Saudade é o inferno dos que perderam,
é a dor dos que ficaram para trás,
é o gosto de morte na boca dos que continuam...
Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade:
aquela que nunca amou.
E esse é o maior dos sofrimentos:
não ter por quem sentir saudades,
passar pela vida e não viver.
O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido.]
Pablo Neruda
é quando o amor ainda não foi embora,
mas o amado já...
Saudade é amar um passado que ainda não passou,
é recusar um presente que nos machuca,
é não ver o futuro que nos convida...
Saudade é sentir que existe o que não existe mais...
Saudade é o inferno dos que perderam,
é a dor dos que ficaram para trás,
é o gosto de morte na boca dos que continuam...
Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade:
aquela que nunca amou.
E esse é o maior dos sofrimentos:
não ter por quem sentir saudades,
passar pela vida e não viver.
O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido.]
Pablo Neruda
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