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terça-feira, 18 de outubro de 2011
domingo, 16 de outubro de 2011
Dias Dificeis
Ainda dói..
Quando bate o vento da saudade, meu coração ainda treme, grita, sangra pela sua ausência. Não sei lidar com as minhas dores, por isso as escondo tão mal.
Estou seco, não consigo prestar a atenção em nada nem em ninguém. Sinto os dias estão passando e eu (interior) estou parado, como uma estátua inerte as forças da natureza. Mas hoje ao lembrar de um velho texto que escrevi aqui "Ostra Feliz não faz pérola" lembrei de toda as confusões que eu buscava naquela época para me motivar a criar e hoje estou totalmente ao avesso de tudo isso..quero paz e amor para criar tranquilamente. Minha cabeça está muito conturbada, tenho feito varios rolês de tag sozinho por São Paulo. As vezes saio para pintar muros, outras para pixar e quase sempre estou sozinho, este é o meu modo de levar os "Dias Dificeis" de maneira suave, sutil.
Hoje quebrei um dos maiores paradigmas da minha vida com o filme de Frida Khalo, na moral..não seria capaz de transmitir toda a força que ela carregava naquele olhar "forte como aço e leve como a assa de uma borboleta". Recomendo.
AH,
No filme fala sobre o segredo de um relacionamento: "ter memoria curta", fiquei durante horas refletindo sobre isso, e me encaixo nesse requisito mas meu coração não pulsa mais no quesito "relacionamentos" estou "seco."
Sem mais
domingo, 9 de outubro de 2011
Resumo
Ando tão sem vontade de ninguém que as vezes até me impressiono. Me fechei de tal forma que é IMPOSSÍVEL eu me abrir, dizer algo que passa em minha cabeça/coração. Estou com problemas (semi-sérios) de memória, esqueço as coisas muito rápido. Voltei a pintar na rua, hoje pintei bastante.
CAMBIO DESLIGO
CAMBIO DESLIGO
domingo, 2 de outubro de 2011
Moléstia das salinas.
enjoo |jô|
(derivado regressivo de enjoar)
s. m.
1. Mal-estar em que predomina a vontade de vomitar.
2. Náusea.
3. [Figurado] Tédio, repugnância; nojo.
4. [Marnotagem] Moléstia das salinas.
Plural: enjoos |ô|.
» Grafia no Brasil: enjôo.
enjoar - Conjugar
v. tr.
1. Causar enjoo a.
2. Sentir repugnância por.
v. intr.
3. Ter enjoo.
4. Cheirar mal, ter cheiro enjoativo.
v. pron.
5. Aborrecer-se.
(. . .)
7 Dias sem cigarro e sem caçar assunto com ninguém, com muuuuuito Fé que tudo isso se prolongue até o infinito. Caçar assunto apenas quando realmente sentir algo.
(derivado regressivo de enjoar)
s. m.
1. Mal-estar em que predomina a vontade de vomitar.
2. Náusea.
3. [Figurado] Tédio, repugnância; nojo.
4. [Marnotagem] Moléstia das salinas.
Plural: enjoos |ô|.
» Grafia no Brasil: enjôo.
enjoar - Conjugar
v. tr.
1. Causar enjoo a.
2. Sentir repugnância por.
v. intr.
3. Ter enjoo.
4. Cheirar mal, ter cheiro enjoativo.
v. pron.
5. Aborrecer-se.
(. . .)
7 Dias sem cigarro e sem caçar assunto com ninguém, com muuuuuito Fé que tudo isso se prolongue até o infinito. Caçar assunto apenas quando realmente sentir algo.
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sábado, 13 de agosto de 2011
Anotações Insensatas
Mas não se pode agir assim, a amiga avisou no telefone. Uma pessoa não é um doce que você enjoa, empurra o prato, não quero mais. Tentaria, então, com toda a delicadeza possível, sem decidir propriamente decidiu no meio da tarde — uma tarde morna demais, preguiçosa demais para conter esse verbo veemente: decidir. Como ia dizendo, no meio da tarde lenta demais, escolheu que — se viesse alguma sofreguidão na garganta, e veio — diria qualquer coisa como olha, tenho medo do normal, baby.
Só que, como de hábito, na cabeça (como que separada do mundo, movida por interiores taquicardias, adrenalinas, metabolismos) se passava uma coisa, e naquele ponto em que isso cruzava com o de fora, esse lugar onde habitamos outros, começava a região do incompreensível: Lá, onde qualquer delicadeza premeditada poderia soar estúpida como um seco: não. E soou, em plena mesa posta.
Tanto pasmo, depois. Sozinho no apartamento, domingo à noite. Todas as coisas quietas e limpas, o perfume adocicado das madressilvas roubadas e o bolo de chocolate intocado no refrigerador — até a televisão falar da explosão nuclear subterrânea. Então a suspeita bruta: não suportamos aquilo ou aqueles que poderiam nos tornar mais felizes e menos sós. Afirmou, depois acendeu o cigarro, reformulou, repetiu, acrescentou esta interrogação: não suportamos mesmo aquilo ou aqueles que poderiam nos tornar mais felizes e menos sós? Não, não suportamos essa doçura.
Puro cérebro sem dor perdido nos labirintos daquilo que tinha acabado de acontecer. Dor branca, querendo primeiro compreender, antes de doer abolerada, a dor. Doeria mais tarde, quem sabe, de maneira insensata e ilusória como doem as perdas para sempre perdidas, e portanto irremediáveis, transformadas em memórias iguais pequenos paraísos-perdidos. Que talvez, pensava agora, nem tivessem sido tão paradisíacos assim.
Porque havia o sufocamento daquela espécie de patético simulacro de fantasia matrimonial provisória, a dificuldade de manter um clima feito linha esticada, segura para não arrebentar de súbito, precipitando o equilibrista no vazio mortal. Cheio de carinho, remexeu no doce, sem empurrar o prato. Preferia a fome: só isso. Pelo longo vício da própria fome — e seria um erro, porque saciar a fome poderia trazer, digamos, mais conforto? — ou de pura preguiça de ter que reformular-se inteiro para enfrentar o que chamam de amor, e de repente não tinha gosto?
De onde vem essa iluminação que chamam de amor, e logo depois se contorce, se enleia, se turva toda e ofusca e apaga e acende feito um fio de contato defeituoso, sem nunca voltar àquela primeira iluminação? Espera, vamos conversar, sugeriu sem muito empenho. Tarde demais, porta fechada. Sozinho enfim, podia remexer em discos e livros para decidir sem nenhuma preocupação de harmonia-com-o-gosto-alheio que sempre preferira um Morrison a Manuel Bandeira. Sid Vicious a Puccini. A mosca a Uma janela para o amor, sempre uma vodca a um copo de leite: metal drástico. Era desses caras de barba por fazer que sempre escolherão o risco, o perigo, a insensatez, a insegurança, o precário, a maldição, a noite — a Fome maiúscula. Não a mesa posta e farta, com pratos e panelas a serem lavados na pia cheia de graxa — mas um hambúrguer qualquer para você que escrevo. Mas os escritores são muito cruéis, você me ama pelo que me mata com coca-cola no boteco da esquina, e a vida acontecendo em volta, escrota e nua.
Não muito confuso, assim confrontado com sua explícita incapacidade de lidar com. A palavra não vinha. Podia fazer mil coisas a seguir. Mas dentro de qualquer ação, dentes arreganhados, restaria aquela sua profunda incapacidade de lidar com. Um instante antes de bater outra, colocar uma velha Billie Holiday e sentar na máquina para escrever, ainda pensou: gosto tanto de você, baby. Só que os escritores são seres muito cruéis, estão sempre matando a vida à procura de histórias. Você me ama pelo que me mata. E se apunhalo é porque é para você, para você que escrevo — e não entende nada.
O Estado de S. Paulo 22/04/1987
Caio F.
Só que, como de hábito, na cabeça (como que separada do mundo, movida por interiores taquicardias, adrenalinas, metabolismos) se passava uma coisa, e naquele ponto em que isso cruzava com o de fora, esse lugar onde habitamos outros, começava a região do incompreensível: Lá, onde qualquer delicadeza premeditada poderia soar estúpida como um seco: não. E soou, em plena mesa posta.
Tanto pasmo, depois. Sozinho no apartamento, domingo à noite. Todas as coisas quietas e limpas, o perfume adocicado das madressilvas roubadas e o bolo de chocolate intocado no refrigerador — até a televisão falar da explosão nuclear subterrânea. Então a suspeita bruta: não suportamos aquilo ou aqueles que poderiam nos tornar mais felizes e menos sós. Afirmou, depois acendeu o cigarro, reformulou, repetiu, acrescentou esta interrogação: não suportamos mesmo aquilo ou aqueles que poderiam nos tornar mais felizes e menos sós? Não, não suportamos essa doçura.
Puro cérebro sem dor perdido nos labirintos daquilo que tinha acabado de acontecer. Dor branca, querendo primeiro compreender, antes de doer abolerada, a dor. Doeria mais tarde, quem sabe, de maneira insensata e ilusória como doem as perdas para sempre perdidas, e portanto irremediáveis, transformadas em memórias iguais pequenos paraísos-perdidos. Que talvez, pensava agora, nem tivessem sido tão paradisíacos assim.
Porque havia o sufocamento daquela espécie de patético simulacro de fantasia matrimonial provisória, a dificuldade de manter um clima feito linha esticada, segura para não arrebentar de súbito, precipitando o equilibrista no vazio mortal. Cheio de carinho, remexeu no doce, sem empurrar o prato. Preferia a fome: só isso. Pelo longo vício da própria fome — e seria um erro, porque saciar a fome poderia trazer, digamos, mais conforto? — ou de pura preguiça de ter que reformular-se inteiro para enfrentar o que chamam de amor, e de repente não tinha gosto?
De onde vem essa iluminação que chamam de amor, e logo depois se contorce, se enleia, se turva toda e ofusca e apaga e acende feito um fio de contato defeituoso, sem nunca voltar àquela primeira iluminação? Espera, vamos conversar, sugeriu sem muito empenho. Tarde demais, porta fechada. Sozinho enfim, podia remexer em discos e livros para decidir sem nenhuma preocupação de harmonia-com-o-gosto-alheio que sempre preferira um Morrison a Manuel Bandeira. Sid Vicious a Puccini. A mosca a Uma janela para o amor, sempre uma vodca a um copo de leite: metal drástico. Era desses caras de barba por fazer que sempre escolherão o risco, o perigo, a insensatez, a insegurança, o precário, a maldição, a noite — a Fome maiúscula. Não a mesa posta e farta, com pratos e panelas a serem lavados na pia cheia de graxa — mas um hambúrguer qualquer para você que escrevo. Mas os escritores são muito cruéis, você me ama pelo que me mata com coca-cola no boteco da esquina, e a vida acontecendo em volta, escrota e nua.
Não muito confuso, assim confrontado com sua explícita incapacidade de lidar com. A palavra não vinha. Podia fazer mil coisas a seguir. Mas dentro de qualquer ação, dentes arreganhados, restaria aquela sua profunda incapacidade de lidar com. Um instante antes de bater outra, colocar uma velha Billie Holiday e sentar na máquina para escrever, ainda pensou: gosto tanto de você, baby. Só que os escritores são seres muito cruéis, estão sempre matando a vida à procura de histórias. Você me ama pelo que me mata. E se apunhalo é porque é para você, para você que escrevo — e não entende nada.
O Estado de S. Paulo 22/04/1987
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domingo, 7 de agosto de 2011
sobre Marionetes e Relógios
Eu juro que antes de começar a "exorcizar" este texto eu procurei um cigarro, qualquer um mesmo, apenas para embalar as palavras e o seu cheiro de "morte" contrastar com o cheiro de "vida" que me peito exala a arrancar de dentro estas palavras tão "minhas".
Antes de iniciar este texto, procuro também uma musica agradável aos meus ouvidos, mas sei que sinceramente estou procurando algo para me distrair de colocar tudo para fora. O unico medo que possuo é de excluir o unico elo que sobrou entre Eu & Eu, ultimamente ando pouco concentrado na minha vida, na minha cabeça passam apenas palavras aleatórias, sinto que as minhas vontades foram retiradas de mim, e hoje as minhas atitudes são apenas vontades de um "outro Eu" que habita em meu ser, neste momento sinto dificuldade em escrever este texto, presto muito a atenção nos erros de português - coisa que não é normal quando escrevo neste blog - presto a atenção bno barulho dos carros na Rua, aliás presto a atenção em tudo que tenta me desatentar nesta escrita, neste momento sinto o teclado pesado, como se estivesse digitando em uma velha maquina de escrever, que mesmo velha ainda é capaz de produzir e protagonizar grandes hiustórias, como está que acaba de morrer em minhas mãos - agora - como um médico que perde um neném no momento do parto, ou como um passaro que perde a vida no momento do seu primeiro voo.
Não sei se vocês perceberam - ou se alguém prestou a atenção - ando sozinho, procuro me afastar de tudo e de todos tentando encontrar algo no qual eu possa acreditar e c...
- Raiva
- Raiva
- Raiva e palavras desconexas tomaram conta desta locução.
Era uma vez um texto, in-feliz aquele que acreditou que nesta temporada poderia sair alguma "pérola".
Antes de iniciar este texto, procuro também uma musica agradável aos meus ouvidos, mas sei que sinceramente estou procurando algo para me distrair de colocar tudo para fora. O unico medo que possuo é de excluir o unico elo que sobrou entre Eu & Eu, ultimamente ando pouco concentrado na minha vida, na minha cabeça passam apenas palavras aleatórias, sinto que as minhas vontades foram retiradas de mim, e hoje as minhas atitudes são apenas vontades de um "outro Eu" que habita em meu ser, neste momento sinto dificuldade em escrever este texto, presto muito a atenção nos erros de português - coisa que não é normal quando escrevo neste blog - presto a atenção bno barulho dos carros na Rua, aliás presto a atenção em tudo que tenta me desatentar nesta escrita, neste momento sinto o teclado pesado, como se estivesse digitando em uma velha maquina de escrever, que mesmo velha ainda é capaz de produzir e protagonizar grandes hiustórias, como está que acaba de morrer em minhas mãos - agora - como um médico que perde um neném no momento do parto, ou como um passaro que perde a vida no momento do seu primeiro voo.
Não sei se vocês perceberam - ou se alguém prestou a atenção - ando sozinho, procuro me afastar de tudo e de todos tentando encontrar algo no qual eu possa acreditar e c...
- Raiva
- Raiva
- Raiva e palavras desconexas tomaram conta desta locução.
Era uma vez um texto, in-feliz aquele que acreditou que nesta temporada poderia sair alguma "pérola".
domingo, 24 de julho de 2011
Sombras sinceras e corações confusos
Há tempos me calo, não que eu não tenha nada que mereça ser dito, ao contrário, muito do que não digo é com medo de que ao sair de minhas mãos poluindo a folha em branco estes sentimentos se tornem tão pequenos, mesmo que eu saiba que a essência deles é tão pequena percebo que a ausência deles fez com que "os grãos virassem pipocas" magicamente, esses "grãos" tornando se pipocas confundiram tudo o que eu acha real, certo, prazeroso, feliz ou até mesmo tristeza. Hoje sinto-me como se usa-se um par de óculos com as lentes embasadas, sinto que a "razão" tomou o lugar de toda emoção que sempre habitou dentro de mim, ao iniciar este texto estava pensando qual o titulo teria melhor efeito sob você, leitora ou leitor, você que está compartilhando junto a mim toda essa confusão e essa frustada tentativa de "exorcizar" esse sentimento sujo que está dentro do meu coração, essa vontade imensa de acender um cigarro sonhando que ao final dele você suma junto com toda a fumaça que me prejudica e também me alivia, quero muito parar de fumar, mas ainda não encontrei um motivo forte o suficiente para deixar de lado o meu Lucky Strike. Dizem a mim:
Sente-se solitário ?
Sim, me sinto MUITO solitario, preciso de alguém do meu lado, alguém que eu queira que esteja do meu lado, não alguém que esteja ao meu lado pelo simples fato de querer estar, minha sombra é egoista..e bota egoista nisso, ela só permite-se dividir com alguém cuja ela mesmo sinta algo, não apenas o coração, pois como a sombra mesmo me diz: Ele não pode opinar em nada, aliás ele não divide nada com ela, a não ser as batidas aceleradas ao vela chegar, já eu não, eu tenho que ceder humildemente meu espaço para que ela junte-se a mim, agora imagine a desgraça viver uma vida dividindo espaço com algo que não lhe emociona?. Concordo com a Sombra, não me adianta nada estar ao lado de alguém apenas pelo fato de estar, mais se o coração não aceitar a sombra também não toma nenhuma decisão sozinha. Dificil é a vida de quem tem um "interior" tão pulsante, que pensa demais e evita as coisas obvias da vida, que evita a felicidade repentina e constante, prefere sofrer por um periodo para ser o mais feliz possivel nem que seja por uma noite, pois acustumou-se com o gosto de terra do chão, que todas essas brigas do coração com a sombra proporcionam.
Escrevi um texto confuso, não sinto vontade de clicar no "publicar postagem" aliás, pensando bem, a minha vida é assim...
Com Amor,
Rafael Souza.
Sente-se solitário ?
Sim, me sinto MUITO solitario, preciso de alguém do meu lado, alguém que eu queira que esteja do meu lado, não alguém que esteja ao meu lado pelo simples fato de querer estar, minha sombra é egoista..e bota egoista nisso, ela só permite-se dividir com alguém cuja ela mesmo sinta algo, não apenas o coração, pois como a sombra mesmo me diz: Ele não pode opinar em nada, aliás ele não divide nada com ela, a não ser as batidas aceleradas ao vela chegar, já eu não, eu tenho que ceder humildemente meu espaço para que ela junte-se a mim, agora imagine a desgraça viver uma vida dividindo espaço com algo que não lhe emociona?. Concordo com a Sombra, não me adianta nada estar ao lado de alguém apenas pelo fato de estar, mais se o coração não aceitar a sombra também não toma nenhuma decisão sozinha. Dificil é a vida de quem tem um "interior" tão pulsante, que pensa demais e evita as coisas obvias da vida, que evita a felicidade repentina e constante, prefere sofrer por um periodo para ser o mais feliz possivel nem que seja por uma noite, pois acustumou-se com o gosto de terra do chão, que todas essas brigas do coração com a sombra proporcionam.
Escrevi um texto confuso, não sinto vontade de clicar no "publicar postagem" aliás, pensando bem, a minha vida é assim...
Com Amor,
Rafael Souza.
domingo, 17 de julho de 2011
Me rendi ao Tumblr, lá é outra fita.
Retrato do meu coração: Sujo, Frio, Escuro.
Por Amor,
puro Vandalismo !
BySouz
Retrato do meu coração: Sujo, Frio, Escuro.
Por Amor,
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"Quando os caminhos se confundem..
29/07/10
Hoje depois de F/F eu parei para pensar em tudo aquilo que eu me tornei.
Quem me conhece antes das Marcas caras, das Pratas e das bebidas caras vai inteder o que eu estou falando.
A minha vida sempre foi o resultado de alguns conflitos internos na maioria das vezes esses conflitos se baseavam no Amor ou na falta dele, isso me motivava a criar/escrever/fotografar/pixar/colar/pintar ou seja me expressar de alguma maneira..Mas há alguns meses atrás eu comecei a trabalhar em um escritório que literalmente sugou TUDO isso, os conflitos, a criatividade, a sensibilidade e no lugar colocou dinheiro, roupas de marca, baladas, bebidas e com isso veio a falsidade, inveja dos que estão do meu lado hoje em dia, eu perdi MUITAS PESSOAS de bom coração nesses ultimos meses na ilusão de ter algo que eu pensava ser o importante mais hoje eu vejo que importante mesmo é você valorizar o coração e a personalidade das pessoas e não aquilo que ela esta vestindo.
Espero que nesses últimos dias do mês, "os dias que são imprescindíveis para alcançar-mos a nossa meta" eu consiga ter discernimento o suficiente para não trazer os problemas do trabalho para minha vida e que a minha ganância não seja excessiva ao ponto de cegar os meus olhos !
O mundo girou, as flores nasceram e murcharam e o ciclo voltou ao mesmo ponto. A diferença é que hoje não possui o mesmo animo para a escrita.
Post Original
http://www.fotolog.com.br/raafael_alvees/42909277
..é necessario voltar ao começo"
Hoje depois de F/F eu parei para pensar em tudo aquilo que eu me tornei.
Quem me conhece antes das Marcas caras, das Pratas e das bebidas caras vai inteder o que eu estou falando.
A minha vida sempre foi o resultado de alguns conflitos internos na maioria das vezes esses conflitos se baseavam no Amor ou na falta dele, isso me motivava a criar/escrever/fotografar/pixar/colar/pintar ou seja me expressar de alguma maneira..Mas há alguns meses atrás eu comecei a trabalhar em um escritório que literalmente sugou TUDO isso, os conflitos, a criatividade, a sensibilidade e no lugar colocou dinheiro, roupas de marca, baladas, bebidas e com isso veio a falsidade, inveja dos que estão do meu lado hoje em dia, eu perdi MUITAS PESSOAS de bom coração nesses ultimos meses na ilusão de ter algo que eu pensava ser o importante mais hoje eu vejo que importante mesmo é você valorizar o coração e a personalidade das pessoas e não aquilo que ela esta vestindo.
Espero que nesses últimos dias do mês, "os dias que são imprescindíveis para alcançar-mos a nossa meta" eu consiga ter discernimento o suficiente para não trazer os problemas do trabalho para minha vida e que a minha ganância não seja excessiva ao ponto de cegar os meus olhos !
O mundo girou, as flores nasceram e murcharam e o ciclo voltou ao mesmo ponto. A diferença é que hoje não possui o mesmo animo para a escrita.
Post Original
http://www.fotolog.com.br/raafael_alvees/42909277
..é necessario voltar ao começo"
domingo, 10 de julho de 2011
sábado, 25 de junho de 2011
Para ouvir com o Coração
Ne Me Quitte Pas
Ne me quitte pas
Il faut oublier
Tout peut s'oublier
Qui s'enfuit deja
Oublier le temps
Des malentendus
Et le temps perdu
A savoir comment
Oublier ces heures
Qui tuaient parfois
A coups de pourquoi
Le coeur du bonheure
Ne me quitte pas (4 fois)
Moi je t'offrirai
Des perles du pluie
Venues de pays
Ou il ne pleut pas
Je creuserai la terre
Jusqu'apres ma mort
Pour couvrir ton corps
D'or et de lumiere
Je ferai un domaine
Ou l'amour sera roi
Ou l'amour sera loi
Ou tu seras reine
Ne me quitte pas (4 fois)
Ne me quitte pas
Je t'inventerai
Des mots insensés
Que tu comprendras
Je te parlerai
De ces amants là
Qui ont vu deux fois
Leurs coeurs s'embraser
Je te racont'rai
L'histoire de ce roi
Mort de n'avoir pas
Pu te rencontrer
Ne me quitte pas (4 fois)
On a vu souvent
Rejaillir le feu
De l'ancien volcan
Qu'on croyait trop vieux
Il est paraît-il
Des terres brûlées
Donnant plus de blé
Qu'un meilleur avril
Et quand vient le soir
Pour qu'un ciel flamboie
Le rouge et le noir
Ne s'épousent-ils pas
Ne me quitte pas (4 fois)
(....)
Não me Deixe
Não me deixe
Deve-se esquecer
Tudo pode se esquecer
Que já tenha passado
Esquecer o tempo
Dos mal-entendidos
E o tempo perdido
Sabendo como
Esquecer essas horas
Que às vezes matam
A golpes de porque
O coração da felicidade
Não me deixe (4x)
Eu te oferecerei
As pérolas da chuva
Vindas de país
Onde não chove
Eu cruzarei a terra
Até após minha morte
Para cobrir teu corpo
De ouro e de luz
Eu criarei um domínio
Onde o amor será rei
Onde o amor será lei
Onde tu serás rainha
Não me deixe (4x)
Não me deixe
Eu te inventarei
Palavras sem sentido
Que tu compreenderás
Eu te falarei
Daqueles amantes
Que viram duas vezes
Seus corações se enlaçarem
Eu te contarei
A história desse rei
Morto por não ter
Podido te encontrar
Não me deixe (4x)
Vê-se frequentemente
Jorrar o fogo
Do vulcão antigo
Que se pensava muito velho
Parece
Terras queimadas
Dão mais milho
Que um melhor abril
E quando vem a noite
Para um céu flamejante
O vermelho e o preto
Não se casam
Não me deixe
Ouça aqui
Ne me quitte pas
Il faut oublier
Tout peut s'oublier
Qui s'enfuit deja
Oublier le temps
Des malentendus
Et le temps perdu
A savoir comment
Oublier ces heures
Qui tuaient parfois
A coups de pourquoi
Le coeur du bonheure
Ne me quitte pas (4 fois)
Moi je t'offrirai
Des perles du pluie
Venues de pays
Ou il ne pleut pas
Je creuserai la terre
Jusqu'apres ma mort
Pour couvrir ton corps
D'or et de lumiere
Je ferai un domaine
Ou l'amour sera roi
Ou l'amour sera loi
Ou tu seras reine
Ne me quitte pas (4 fois)
Ne me quitte pas
Je t'inventerai
Des mots insensés
Que tu comprendras
Je te parlerai
De ces amants là
Qui ont vu deux fois
Leurs coeurs s'embraser
Je te racont'rai
L'histoire de ce roi
Mort de n'avoir pas
Pu te rencontrer
Ne me quitte pas (4 fois)
On a vu souvent
Rejaillir le feu
De l'ancien volcan
Qu'on croyait trop vieux
Il est paraît-il
Des terres brûlées
Donnant plus de blé
Qu'un meilleur avril
Et quand vient le soir
Pour qu'un ciel flamboie
Le rouge et le noir
Ne s'épousent-ils pas
Ne me quitte pas (4 fois)
(....)
Não me Deixe
Não me deixe
Deve-se esquecer
Tudo pode se esquecer
Que já tenha passado
Esquecer o tempo
Dos mal-entendidos
E o tempo perdido
Sabendo como
Esquecer essas horas
Que às vezes matam
A golpes de porque
O coração da felicidade
Não me deixe (4x)
Eu te oferecerei
As pérolas da chuva
Vindas de país
Onde não chove
Eu cruzarei a terra
Até após minha morte
Para cobrir teu corpo
De ouro e de luz
Eu criarei um domínio
Onde o amor será rei
Onde o amor será lei
Onde tu serás rainha
Não me deixe (4x)
Não me deixe
Eu te inventarei
Palavras sem sentido
Que tu compreenderás
Eu te falarei
Daqueles amantes
Que viram duas vezes
Seus corações se enlaçarem
Eu te contarei
A história desse rei
Morto por não ter
Podido te encontrar
Não me deixe (4x)
Vê-se frequentemente
Jorrar o fogo
Do vulcão antigo
Que se pensava muito velho
Parece
Terras queimadas
Dão mais milho
Que um melhor abril
E quando vem a noite
Para um céu flamejante
O vermelho e o preto
Não se casam
Não me deixe
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sábado, 14 de maio de 2011
Nota do Redator
Justo hoje, dia no qual eu comecei o Senac recebi a noticia que o notebook vai ter que "voltar" a sua origem.
Bola pra frente cabeça erguida..
Bola pra frente cabeça erguida..
domingo, 8 de maio de 2011
quarta-feira, 27 de abril de 2011
É,
Os resultados de algumas escolhas já estão sendo refletidos pelo espelho, algumas estão ficando para trás, não por falta de vontade ou algo do gênero e sim por falta de opção, algumas pessoas já começaram a afastar-se de mim. Meu coração a cada dia que se passa está se tornando mais frio, não em relação a relacionamentos em si, e sim em relação a VIDA, no modo geral e abrangente. Não tenho mais cabeça para escrever aqui, ou em qualquer outro lugar, não tenho mais como "congelar" meus pensamentos até sentar aqui para transmiti-los no blog, está dificil sim, mas vejo luz no fim do tunel, mas para isso irei perder MUITO, o preço é alto, o futuro é incerto.
Só peço proteção aos guias, e paciência do meu amor.
JUST THIS.
"Eu prometo, tudo vai dar certo"
Os resultados de algumas escolhas já estão sendo refletidos pelo espelho, algumas estão ficando para trás, não por falta de vontade ou algo do gênero e sim por falta de opção, algumas pessoas já começaram a afastar-se de mim. Meu coração a cada dia que se passa está se tornando mais frio, não em relação a relacionamentos em si, e sim em relação a VIDA, no modo geral e abrangente. Não tenho mais cabeça para escrever aqui, ou em qualquer outro lugar, não tenho mais como "congelar" meus pensamentos até sentar aqui para transmiti-los no blog, está dificil sim, mas vejo luz no fim do tunel, mas para isso irei perder MUITO, o preço é alto, o futuro é incerto.
Só peço proteção aos guias, e paciência do meu amor.
JUST THIS.
"Eu prometo, tudo vai dar certo"
segunda-feira, 11 de abril de 2011
domingo, 10 de abril de 2011
..o Mar de gente, aonde eu me descontro diariamente.
Local aonde, ultimamente, eu passo aa maior parte dos meus dias, do meu tempo, da minha juventude. Antigamente eu pensava, faculdade para que, porque deixar de viver uma vida para ficar infurnado dentro de um escritório..Hoje eu olho espelho e penso "O que a vida fez comigo", hoje em dia perdi o "tato" para a criação, a inspiração para as palavras, hoje em dia eu sou apenas mais um "Analista" com muitas funções, com dois emails próprios nome na assinatura, alçada para cobrar qualquer um, dispoisção para enfrentar qualquer problema, porém, eu paro e me pergunto de que vale as joias se não possuo dedos para usar-lás.
Não estou afim de editar este texto, ele está sem html.
Só precisava falar.
Não estou afim de editar este texto, ele está sem html.
Só precisava falar.
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